PIP- Plano de Intervenção Pedagógica: A REPORTAGEM.

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Direto de Portugal para o Brasil:

Reportagem

A reportagem é um dos géneros mais nobres em jornalismo. É na reportagem que se evidenciam os grandes jornalistas. Alem disso, a reportagem é o género que permite uma maior criatividade, estado ligada à subjectividade de quem a escreve. No fundo, trata-se do “contar de uma história”, segundo um ângulo escolhido pelo jornalista que a investigou. Feita a investigação, o jornalista parte dos factos e constrói uma história integrando citações dos personagens que nela participam e/ou citações de documentos importantes para a validação e comprovação dos factos apresentados.

Jean-Luc Martin-Lagardette, num livro intitulado “Manual de escrita jornalística: escrevo – informo – convenço”, classifica do seguinte modo a reportagem: “É um género muito apreciado por ser um testemunho directo encenado com arte. Anima-o, dá-lhe cores, relevo, humanidade. Exige tempo e disponibilidade pois é necessário ir ao terreno. Utiliza-se o mais frequentemente possível, nem que seja para dar vida a um acontecimento que, sem isso, permanece baço e impessoal”.

Destas palavras, depreende-se que o jornalista tem de se mexer, tem de ir ao local onde os factos decorreram ou decorrem e tem de captar o que lá se passa, mantendo os cinco sentidos alerta. “O repórter é um olho, um nariz e um ouvido inclinados sobre a caneta”, diz ainda Jean-Luc Martin-Lagardette. Por isso, na escrita, deve ser usado o estilo directo, a maior parte das vezes no tempo presente, havendo referência a episódios concretos, havendo imagens, pormenores e expressões. Tudo isto é contado de acordo com a subjectividade de quem conta. Porém, a narrativa terá de ser objectiva e verídica no que respeita aos factos e aos acontecimentos.

Tal como a entrevista, uma reportagem também deve ser preparada. Até porque, uma boa e grande reportagem envolve investigação, selecção das melhores fontes, leitura de documentos, conversa com os diferentes protagonistas ou personagens envolvidos na história e exige que se capte o ambiente onde decorrem ou decorreram os acontecimentos.

Logo, nos TPC de uma reportagem há a assinalar o seguinte:

  • Investigação
  • Escolha do ângulo/tema
  • Recurso ao centro de documentação/Internet, etc.
  • Exame dos documentos vDefinição de um roteiro com os locais e as pessoas a contactar

Quanto à estrutura ou corpo da reportagem, convém frisar que esta deve ter uma boa abertura. Ou seja, deve começar de um modo que prenda a atenção do leitor. Portanto, compete ao jornalista seleccionar para o início algo que chame de imediato a atenção e que desperte a curiosidade para que o leitor queria ler e perceber o resto da história. É por esta razão que na gíria jornalística o início das reportagem é designado por “ataque”.

Geralmente os estudiosos das Ciências da Comunicação identificam três tipos de reportagem:

  • reportagem de acontecimento (Fact Story)
  • reportagem de acção (Action Story)
  • reportagem de citação (Quote Story)

A estes três modelos, vários autores como Joaquim Letria, no livro “Pequeno breviário Jornalístico: géneros, estilos e técnicas”, acrescentam mais dois sub-tipos: reportagem de prognóstico e de continuidade. São aquelas reportagens que têm a missão de manter vivo um facto relatado ou estabelecem continuidade com outros textos já anteriormente escritos, associados a acontecimentos considerados importantes.

Vejamos agora os vários tipos de reportagem, socorrendo-nos das caracterizações feitas por Joaquim Letria no livro que já indicamos:

“Na reportagem de ‘acontecimento’, o jornalista oferece normalmente uma visão estática dos factos, como uma coisa consumada. Pode dizer-se que escreve de fora do que aconteceu, é um observador que contempla o objecto do seu relato, é particularmente útil na descrição, ou seja, nos casos em que estes se apresentam de modo simultâneo e perfeito, não acompanhando a sua evolução no tempo.

Já a reportagem de ‘acção’ permite ao jornalista oferecer um tipo de relato dinâmico dos factos, seguindo o seu ritmo próprio de evolução, como se em condições porventura reais de vivência do processo de desenvolvimento da linha temporal, modelo recomendado para o exercício da narração, o que explica a sua preponderância na massa de noticiário escrito ou audiovisual.

A reportagem de ‘citação’, ou entrevista, é geralmente entendida como uma forma de entrevista jornalística. Ou seja, uma reportagem em que se alterna a escrita de palavras do seu autor com citações textuais de personagens interrogadas, cabendo as descrições e as narrações ao jornalista autor do texto. Assumem por vezes a forma de relatos na terceira pessoa, intercaladas com citações de frases exactas de interlocutor ou interlocutores do autor.

Independentemente desta caracterização, acontece que, muitas vezes, em histórias mais envolventes e complicadas, é difícil termos apenas um estilo de reportagem. Isto é, a reportagem de citação mistura-se com a de acção e com a de acontecimento. Nessa altura, a melhor estrutura é a que mantém as chamadas “leis da alternância”. Estas permitem construir um texto vivo e com ritmo.

Estas leis resumem-se ao seguinte:

  • alternância de planos (primeiros planos/planos gerais)
  • acções/reflexões
  • descrições/ citações
  • imagens/história
  • discurso directo/discurso indirecto
  • frases curtas/frases mais longas

Finalmente, apresentados estes três géneros jornalísticos, estamos aptos a criar um dossier.

E o que é um dossier?

Um dossier é uma pesquisa sobre um tema. Deve conter informações quentes, actuais, análises, retrospectivas históricas, mapas, gráficos, artigos de opinião escritos por especialistas, fotografias, etc.

Nos dossiers a infografia é tão importante quanto os textos. Esta ajudará a perceber os temas e as suas implicações.

Agora, vamos lá esclarecer mais três pontos essenciais, tanto para a reportagem como para a notícia:

  • O uso das siglas.Nunca se emprega uma sigla que não seja explicitada de imediato. Num texto jornalístico, a sigla é desmontada na primeira vez que é utilizada. Tomemos por exemplo a sigla DST. Esse desmontar corresponde ao seguinte “…Doenças sexualmente transmissíveis (DST)….”. Daí em diante já é possível utilizar apenas a sigla, sem pontos a separar as letras que esta integram. Ou seja, é incorrecto escrever D.S.T.
    Outros exemplo, relacionado com o IPATIMUP. Quando, num texto se empregar, pela primeira vez esta sigla, o modo correcto de o fazer é: “Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP). Nas vezes seguintes já não é necessário desmontar a sigla nem explicar o que esta significa.
  • O uso da citação.A citação é um elemento que dá vivacidade ao texto e além disso pode ser um modo de defender o jornalista, em casos de declarações mais polémicas. Assim, o jornalista coloca na boca de quem disse o que é efectivamente importante e o que só poderia ter sido dito por essa pessoa. Também se usam citações naquelas situações em que a fonte deve confirmar o que o jornalista já disse em discurso indirecto.
    As citações devem ser escritas entre aspas e devem ser atribuídas. Ou seja, não devem aparecer citações sem paradeiro. Logo, imaginem um texto em que há uma citação qualquer. Ou o texto começa por dizer “segundo a especialista, “citação”, ou então é feita a citação e, terminada esta, há uma menção ao autora da mesma. Por exemplo: “Estamos em vias de descobrir uma cura para a sida”, é esta a grande convicção da especialista X.
  • A apresentação dos protagonistas das notícias ou reportagens. Em jornalismo não há títulos, isto é, não há Doutores, Drs., nem Engs. Todas as pessoas são tratadas pelo nome (primeiro e último ou então pelo nome com que são profissionalmente conhecidas) e são identificadas com o cargo que desempenham ou o local onde trabalham. Por exemplo, Mariano Gago, Ministro da Ciência e da Tecnologia.
    Ou
    Fernando Schmitt, especialista em biopatologia do cancro da mama, do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto.

Fonte: http://www.cienciaviva.pt/projectos/genoma2003/apoio5.asp

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